A luz dos acompanhamentos, com interesse de ofício, na ocorrência de crises com diversas naturezas (ambientais, políticas, produto, cliente, greves, acidentes etc.) sempre uma pergunta habitou a minha mente?
Existe uma crise com maior grau de complexidade para o gerenciamento do que outra ?
A matriz de resposta sempre passava pelo grau de complexidade que as soluções de gerenciamento das crises permitissem mitigar seus efeitos ou mesmo equacionar os resultados a ponto de evitar-se danos morais, financeiros de marcas às respectivas organizações onde as crises se sucedem.
Aprendi por experiência e acompanhamento de algumas crises que tornaram-se públicas que é fator fundamental de sucesso além da existência de um bom programa de gerenciamento instalado a adoção de tempos de resposta adequados e com conteúdos coerentes e apropriados a todos os públicos envolvidos.
Se tempo de resposta e conteúdo são fatores fundamentais, tenho visto crises que se tornam bastante complexas pelos fatores de imprevisibilidade - não escolhe hora para acontecer, demandar tempo para uma investigação mais apropriada que sustentará algumas respostas à crise, assim como afetar de forma profunda o emocional de familías envolvidas e o coletivo.
Pelo discorrido, conseguimos supor que uma das crises de maior complexidade no gerenciamento foram as observadas nas tragédias envolvendo acidentes aéreos e respectivas vidas que são atingidas.
Nos primeiros instantes buscamos respostas cujas investigações ainda não permitiram oferecer e tentamos consolar aquilo que é difícil de aceitar a todos - a perda de um ente querido.
A assistência financeira e psicológica aos parentes e um fluxo contínuo de informações do andamento das investigações com tratamento justo e adequado a todos os públicos, não apenas familiares, permitem minimizar as consequências e danos de imagem, tratando com respeito a todos os envolvidos pela tragédia.
Ainda assim, estejam certos de que quando estamos diante de catástrofes que levam vidas, certamente estamos também diante de crises de alta complexidade para o seu gerenciamento, exigindo muita dedicação, velocidade nas informações, acompanhamento e tratamento e respostas adequadas a todos os públicos envolvidos.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
sexta-feira, 3 de abril de 2009
O futuro da Educação a Luz do Estatuto da Criança e do Adolescente
Nos primeiros meses de 2009, depois de ter deixado o meu último desafío profissional, enveredei para um novo modelo de negócio até então por mim desconhecido, na área educacional.
Ao viajar para o Nordeste visitando os meus familiares me deparei com uma necessidade emergencial, levando-me a auxiliar a gestão administrativo financeira de uma escola de ensino fundamental, localizada na periferia de Salvador.
Como sempre comento, visito áreas onde o turista comum desconhece. Grandes concentrações populacionais, pobreza e um povo carente que ainda busca na mudança do seu futuro a área de educação.
Por dentro da entidade observo um aspecto negativo causado pelo Estatuto da Criança e Adolescente, entre os diversos benefícios altamente favoráveis às nossas pobres crianças.
Crianças e Pais abraçam os inúmeros direitos obtidos através do Estatuto sem qualquer preocupação quanto a alguns deveres como o respeito aos Professores e funcionários das Escolas, respeito aos mais velhos, respeito aos pais e irmãos etc.
Dentro de uma escola particular vejo os abusos sendo cometidos e fico imaginando como será o ambiente na escola pública.
Louvável a iniciativa de Estatutos como os da Criança e dos Idosos, mas peço aos legisladores nunca esquecerem de contemplarem nas regulamentações com respectivos deveres por parte dos cidadãos, sejam eles crianças ou não!
Ao viajar para o Nordeste visitando os meus familiares me deparei com uma necessidade emergencial, levando-me a auxiliar a gestão administrativo financeira de uma escola de ensino fundamental, localizada na periferia de Salvador.
Como sempre comento, visito áreas onde o turista comum desconhece. Grandes concentrações populacionais, pobreza e um povo carente que ainda busca na mudança do seu futuro a área de educação.
Por dentro da entidade observo um aspecto negativo causado pelo Estatuto da Criança e Adolescente, entre os diversos benefícios altamente favoráveis às nossas pobres crianças.
Crianças e Pais abraçam os inúmeros direitos obtidos através do Estatuto sem qualquer preocupação quanto a alguns deveres como o respeito aos Professores e funcionários das Escolas, respeito aos mais velhos, respeito aos pais e irmãos etc.
Dentro de uma escola particular vejo os abusos sendo cometidos e fico imaginando como será o ambiente na escola pública.
Louvável a iniciativa de Estatutos como os da Criança e dos Idosos, mas peço aos legisladores nunca esquecerem de contemplarem nas regulamentações com respectivos deveres por parte dos cidadãos, sejam eles crianças ou não!
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